Epílogo de um Idealista |
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Santos=Dumont retornou ao Brasil, após passagens pelos EUA, Chile e Argentina, e, em 1917, começa a construir a casa de Petrópolis. Entre idas a Paris e retorno ao Brasil, vai percebendo o agravamento de sua doença. Em 1926, interna-se em um sanatório na Suíça. Dois anos depois, tenta voltar ao Brasil.Em 3 de dezembro de 1928, Santos=Dumont voltava ao Brasil à bordo do navio Cap. Arcona, e vários intelectuais e amigos do inventor planejaram prestar-lhe uma homenagem.Os amigos, alunos e professores da Escola Politécnica preparam ao herói nacional uma recepção, com um hidroavião batizado com o nome do Pai da Aviação, que jogaria flores sobre o navio, e uma mensagem de boas vindas em um paraquedas assim que a embarcação com Dumont a bordo entrasse na Baía de Guanabara. |
Era frequentador do Grande Hotel de la Plage, onde
posteriormente
passou a residir e conheceu a cantora lírica Bidu Sayão
por
quem manteve uma grande amizade.
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Atualmente a Prefeitura do Guarujá na gestão do Dr. Maurici Mariano, constrói um abrigo onde ficará exposto a visitação pública o veículo que conduziu o corpo de Santos=Dumont após sua morte. |
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A certidão de óbito ficou “sumida” por 23 anos. O motivo da morte foi omitido desde a ditadura de Getúlio Vargas, quando criou-se a figura-mito do herói nacional, chegando a ser ignorado pelos livros de história. Achavam que não ficaria bem um herói suicida.Quando foi encontrada, dava como “causa mortis” um suposto “Colapso Cardíaco”.O próprio Governador da época, Dr. Pedro de Toledo, determinou: “Não haverá inquérito. Santos=Dumont não se suicidou.” Cumpridas as ordens do Governador, somente a 3 de dezembro de 1955 seria registrado o óbito. |