Pe. João Rodrigues de Melo, nomeado Vigário de Dôres do Paraibuna, a 9 de maio de 1890, tomou pose, mas não residiu deixar João Gomes, então Palmira.
Talvez tenha renunciado a paróquia de Dôres, criada para ele, pois no decreto da criação dessa paróquia, é ele nomeado e deputado seu primeiro vigário. Prendendo-se a João Gomes , a nova cidade de Palmira, onde viveu todo o seu sacerdócio, sem Ter o título de seu Vigário, Cura ou Encarregado. Sua memória é imperecível, como devia ser, e como há de ser ainda a de Manoel da Cunha Lima. Mesmo depois de morto, foi acompanhar o primeiro Vigário de João Gomes Velho, sendo sepultado na igreja que ajudou a construir, ou talvez sua construção tenha supervisionado, em cujo chão foi dormir o seu derradeiro sono, ao lado do falecido Pe. Pedro Antônio Sabino.
Seus despojos repousaram depois, quando da demolição da Igreja Matriz, em 1898, no cemitério, também no nicho do Coronel Serrado. Mas depois a urna mortuária foi trasladada para a atual Igreja Matriz de São Miguel e Almas de Palmira.
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